O Cerrado - Outubro/2001

Categoria: 

Ano II - Referência: Outubro de 2001
O Cerrado é o Informativo do Grupo Escoteiro Marechal Rondon - 4º DF

Editorial

Mais um outubro... E este não vai ser tão normal. Será mesmo? Alguns vão dizer: “Uma guerra é sempre anormal”. Vão rir desse argumento os 6.000 anos de existência da civilização. E alguém duvida que um procedimento sangrento que acontece desde os primórdios dos tempos não seja próprio da natureza humana? Nós! Não somos os racionais da história? Desde quando escolhemos a opção de viver em sociedade começamos a desenvolver ferramentas que nos permitissem dominar a natureza ao nosso redor. Paradoxalmente começamos a nos submeter excessivamente à nossa própria. E sem questionamentos, admitindo-a como inevitável. Inevitável como um dia já foi o caminhar e como continua sendo a morte. Que um dia tomemos consciência de que nós é que fazemos o impossível...

            Um Forte Abraço da Equipe de O Cerrado.

Fique Ligado!

 15 a 18/11 – 7º Congresso Escoteiro Nacional; 19/11 – Dia da Bandeira; 10/12 – Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos; 31/01 a 05 /02 de 2002 – II Fórum Social Mundial.
 

Explorando a Rede!

             Quem pensa que no Brasil não existem grande instituições que trabalham no voluntariado, se engana. O Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania, IIDAC atua nos mais diversos setores e com muitos projetos ao mesmo tempo – a maioria com propostas ambiciosas, mas com objetivos concretos. Participante do programa de Voluntários das Nações Unidas e contando com a colaboração de funcionários da ONU, o IIDAC tem por missão promover o desenvolvimento humano sustentado.   Uma missão e tanto... E então, escoteiros? Eles precisam ou não de ajuda?

www.iidac.org.br

 

Manual de Instruções: Como Fazer Quase Tudo.

 

O Canivete

            No momento em que entramos no Escotismo começamos a ver um monte de pessoas carregando seus canivetes. E quando queremos um, a primeira coisa que temos que descobrir é como usá-lo. Mas alguém já tentou mostrar como escolher? Canivetes devem ser uma extensão do nosso corpo. Isto é, devem servir para atender as nossas necessidades. Então, a primeira coisa a sabermos é para que iremos utilizar nosso “amigo”. Se a resposta for “Para cortar.”, então só precisamos que ele tenha a lâmina – o que diferencia uma faca de um canivete é justamente o fato de serem escamoteáveis. Esses são os que duram mais e que agüentam os trabalhos mais pesados. Seu avô nunca lhe deu o dele de presente? Deve ser bom até hoje... Já se a resposta for “Para acampar.”, é interessante que ele contenham alguns acessórios. Em acampamentos cortamos, abrimos latas, enchemos a mão de farpas e até, quem sabe, rasgamos as roupas.  Um bom canivete para estas situações deve ter uma boa lâmina, pinça, abridor de latas e um passador (para costuras). Talvez ums duas ou três outros acessórios. O que passar disto dificilmente você irá usar alguma vez. Mas se a resposta for “Ah, sei lá”, o canivete que mais serve para você é daqueles com uma pancada de utilidades – tipo cinto do Batman. Esses têm de tudo. Apesar de serem frágeis, podem ser de uma boa ajuda quando as ferramentas que temos à mão não são suficientes. Portanto, responda a pergunta. E compre o seu canivete! Ah, só não vale ficar usando o “bichinho” para fazer ponta em gravetos...  

Um outro mundo é possível!

Por Clóvis Henrique

Acho que aqueles que lêem meus textos já devem ter notado que insisto sempre na participação ativa da União dos Escoteiros do Brasil nas grandes causas nacionais. Afinal não somos uma organização apolítica e sim não-partidária, mas inteiramente política - no sentido de tudo que se relaciona à cidade, polis, portanto o que se relaciona à comunidade. Tanto na comunidade local, regional, nacional ou internacional nós, jovens participantes do Movimento Escoteiro, devemos ter participação ativa nos acontecimentos, formando cidadãos úteis. Em janeiro deste ano, aconteceu em Porto Alegre o I Fórum Social Mundial que contou com a presença de 3700 delegados de 122 países e onde se reuniram aproximadamente 20000 pessoas entre militantes de movimentos sociais, ONG´S, partidos políticos, movimentos estudantis e jornalistas. O lema do evento: “Um Outro Mundo é Possível !” Sem dúvida, o evento é um marco histórico na luta por um mundo mais justo e solidário. A idéia do Fórum Social Mundial foi contrapor-se ao processo de globalização capitalista comandado pelas grandes corporações multinacionais e pelos governos e instituições internacionais a serviço de seus interesses. Processo esse em que o capital é mais importante que o ser humano e que colabora com a riqueza de poucos e a miséria de muitos. Com a certeza de que é possível um outro mundo, um outro modelo de existência, os chamados utópicos (na minha visão, utopia é algo ainda não existente e não algo impossível) reuniram-se não apenas para contestar o modelo neo-liberalista vigente, mas também para apresentar alternativas para tal. As pessoas presentes ao evento querem que prevaleça, como uma nova etapa da história do mundo, uma globalização solidária que respeite os direitos humanos universais, bem como os de todos os cidadãos e cidadãs em todas as nações e o meio ambiente, apoiada em sistemas e instituições internacionais democráticos a serviço da justiça social, da igualdade e da soberania dos povos.

        O I Fórum deixou um recado a todos: é chegada a hora de pensarmos mais nas pessoas e menos no dinheiro, no lucro e nas mercadorias. Com essa visão pretende-se realizar anualmente este encontro, sempre paralelo ao Fórum Econômico Mundial, para que as pessoas possam contrapor idéias e decidir o melhor caminho a ser tomado pela humanidade. O II Fórum Social Mundial acontecerá de 31 de janeiro a 05 de fevereiro de 2002 na cidade de Porto Alegre – RS.

        Eu acredito que a União dos Escoteiros do Brasil deveria fazer parte do comitê organizador deste evento. Uma entidade que congrega tantos jovens e que se preocupa com a causa social, ao menos na teoria, deveria sim participar do evento como parte da sociedade civil organizada. Enquanto isso não acontece, enquanto a organização escoteira não se mobiliza para participar de eventos deste porte e com esse significado, nós de O Cerrado trazemos aqui informações para que você possa estar em Porto Alegre no início do próximo ano discutindo, analisando e propondo alternativas para que a globalização seja de justiça social e não o contrário.

 II Fórum Social Mundial Quando? - de 31 de janeiro a 05 de fevereiro de 2002 Onde? – Porto Alegre – RS Quem pode participar? – Acontecerão atividades específicas para os delegados das organizações e movimentos sociais do mundo inteiro, mas também os “não-delegados” podem participar do evento. Há inúmeras atividades abertas à comunidade, portanto a condição de participação é acreditar que um novo mundo pode ser construído através do diálogo e do trabalho conjunto. Como será? - A programação do Fórum Social Mundial busca responder a questões que envolvem grandes desafios globais valorizando a diversidade e as múltiplas possibilidades de se construir um mundo melhor. Estão sendo propostas as seguintes atividades para o Fórum Social Mundial 2002: Conferências, Seminários, Oficinas, Testemunhos, Atos Políticos, Fóruns Especiais, Acampamento Intercontinental da Juventude e Programação Cultural. Acampamento da Juventude? – A idéia é realizar várias atividades paralelas e complementares ao fórum para tratar especificamente da questão da juventude. Além de espaço de discussões a cidade de lonas, que este ano espera abrigar 10000 jovens, será um grande local de confraternização e troca de experiências entre os diversos movimentos de juventude. Para saber mais? – Visite a página oficial do Fórum Social Mundial: : www.forumsocialmundial.org.br/ O Acampamento da juventude tem endereço específico: http://www.juventudefsm.org/; Outro página que vale a pena visitar é a do memorial do fórum social mundial: www.memorialfsm.rs.gov.br/ ; E quem quer ficar por dentro de idéias e discussões interessantes:www.portoalegre2002.org/ Com estas informações desejamos uma ótima viagem até Porto Alegre e lembramos que “pior que não ter idéias é não lutar por elas”. Sim! Um Outro Mundo é Possível! Agora... Vamos transformar a realidade pelo curso dos acontecimentos e não pelo discurso das palavras!  

“Bombas e biscoitos”

Por Marcelo Xaud

      É um dia lindo. O sol brilha tão intensamente no céu azul que não resisto e saio à janela para admirar a manhã. Ah, não interessa o dia de trabalho. Posso me atrasar um pouquinho ao menos uma vez. Apesar do comércio em frente, a luminosidade enche a paisagem. E é em momentos em que olho para as lojas para descansar a vista é que reparo nas pessoas. Uma delas, um jovem - com o olhar triste e determinado - chamou-me a atenção. Ele estava contando dinheiro. Parecia pobre, pois tinha as vestes um pouco esfarrapadas. Na verdade comecei a reparar nas roupas por causa do sem número de moedas de pequeno valor. Apenas uma coisa não batia... Um reluzente anel de ouro destoava do conjunto. Seria mesmo pobre? A pergunta ficou no ar ao ver que ele terminara de contar as moedas e saía em disparada para uma loja de doces. Um tempo depois saiu de lá com dois aviões de chocolate. Em uma das mãos um deles já ensaiava movimentos de vôo, enquanto a boca parecia imitar o som de motores. Lembrei-me da minha infância. É, fim da observação das pessoas. Voltemos à contemplação do dia. Saio do meu transe ao ouvir uma espécie de choro. Um menino baixinho ( se é que meninos são altos...) e com cara de poucos amigos aparece correndo e contando para todo mundo que tinha sido agredido. “Jogaram em mim! Jogaram aviões de chocolate e mim!” Ainda bem que ele disse! Só assim pude forçar meus olhos a se acostumarem com a mudança de claridade e procurar asa manchas. É, foi um serviço bem feito... Os vizinhos começaram a se sensibilizar e a falar com a criança. Alguns estavam horrorizados. Até que um deles comentou sobre o jovem com roupas esfarrapadas. “Vi-o saindo com dois aviões de chocolate”. “Foi ele! Foi ele!” Começou a gritar o invocadinho. Os mais sensatos tentaram esfriar os ânimos: “Mas não temos provas. Ou alguém foi testemunha?”. “Não, ninguém viu. Mas só pode ter sido ele!” comentou o menino que eu já pensava em apelidar de Napoleão, antes de sair correndo pela rua. Aquele foi o assunto da vizinhança por um bom tempo. Até o assalto à padaria foi esquecido. Mas um mês depois,  o mesmo menininho que tinha sido atacado começou a freqüentar diariamente a loja de doces na frente de minha casa. Via isso ao sair para o trabalho. As pessoas me diziam que ele estava revidando. “Mas como, e ninguém faz nada? “ perguntei. Fiquei perplexo ao saber que a maioria concordava, mesmo sem saber quem efetivamente sujou o menininho. E em um domingo resolvi investigar. Descobri que ele comprava bombas de chocolate e biscoitos. Mas precisava ver mais Segui o “Napoleão” até uma casinha simples nos subúrbios da cidade. Para andar deste jeito, deve estar mesmo nervoso. Ela já estava toda suja, mas ainda recebia os ataques do baixinho. Ele arremessava as bombas e entregava biscoitos para uma menina no portão. Ao perguntar à platéia que, como eu, assistia ao espetáculo fiquei sabendo que os biscoitos eram para agradar à família. “O pai dele é muito rico! Por isso as pessoas da casa na reagem. Mas enquanto ele não acertar o outro menino, não vai ficar satisfeito. E então tentar comprar a ajuda da caçula da casa com os biscoitos favoritos dela.”. Ah, então tá. E quando o baixinho invocado teve de sair para comprar mais munição, aproveitei para bater à casa “bombardeada”. O mesmo menino de olhar triste atendeu. Tentei conversar e perguntar se ele havia feito mesmo o primeiro ataque. Ele não negou, mas não confirmou. Só disse que tinha raiva do outro baixinho. Que seus parentes foram despedidos da fábrica do ricaço e que agora eram eles que tinham de evitar que eles morressem de fome. E que se fosse preciso, faria qualquer coisa contra os “sem coração”. Neste instante o “Napoleão” apareceu. E gritou: “Saia da frente, moço! Agora eu acerto”. Dei um berro de raiva. Peguei o tristonho pelas orelhas e o arrastei, sob fogo pesado até o invocado. Peguei-lhe as orelhas também. “Que palhaçada é essa!!” esbravejei. Os dois reclamaram... Não era o pai de nenhum deles. Mas usei ao máximo a força de coersão que meus quase dois metros propiciam.  E enquanto falava fiz os dois se abraçarem. Alguns vizinhos reclamaram, dizendo que não era uma atitude correta. A maioria permaneceu calada... E depois de um belo sermão, disse: “E se ficar sabendo de mais alguma briga, me encarrego pessoalmente de impedir que recebam ‘mesada’ pelo resto da vida!”. Saí. Fui ao carro e peguei uma bola. Era toda surrada, do futebol que costumo jogar todo fim de semana. Voltei aos dois meninos (ainda estavam abraçados...) “Essa bola é de vocês, dos dois. Sei que não precisam, mas tomem de presente.” Retornei ao meu veículo. Antes de definitivamente deixá-los para trás arrisquei olhar pelo retrovisor. Já havia um jogo de bola formado no meio da rua. A platéia juvenil deixou de assistir e passou a brincar. Imagino que até os vizinhos começaram a torcer. É, que dera a vida real fosse tão simples assim...  
Pensar enlouquece... Pense!
  “Nunca negociemos sem medo, mas nunca tenhamos medo de negociar.”

John Fitzgerald Kennedy

“Pior que a profanação do sagrado é a sacralização do profano”.

Roberto Campos 

“Não espere pelo Juízo Final. Ele acontece todos os dias.”

Albert Camus

“Guerra não é aventura. É uma doença.”

Antoine de Saint-Exuèry

Ruim de dar dó!

Certo dia, conversando com um morador do interior de Minas Gerais, indaguei sobre a peculiaridade da fala daquela região.  Pedi então umas regras do “mineirês”. O matuto me veio com essas: 1.      UAI é indispensável: O que significa UAI ? UAI é UAI, UAI... 2.      Usar sempre "i" no lugar de e: (Ex.: MININO,> > ISPECIAL, EU I ELA, VISTIDO). 3.      Dizer ÉMÊZZ? Quando quiser uma confirmação. 4.      Se quiser chamar atenção diga simplesmente ÓI QUIÓ. 5.      ONZZ é o meio de transporte coletivo rodoviário. Ex.: Lá vem o ONZZ. 6.      Pra fazer café, primeiro pergunte PÓPÔPÓ? Achou pouco, ficou ralo? Pergunte: PÓPÔ MAPOQUIM DIPÓ? 7.      Se você não sabe onde está e nem para onde vai, pergunte simplesmente: ONCOTÔ? PRONCOVÔ? PRONÓISVAI? 8.      Ao procurar alguém que concorde com você, dispare um NÉMÊZZ? Use a expressão aumentativa DIMÁI DA CONTA. Ex.: ISSÉ BÃO DIMÁI DA CONTA; CÊÉ BOBO DIMÁI DA CONTA.

Mais regras no próximo número!

 

Você é capaz?

Resposta do último desafio: Quem pensou que esta era muito fácil pode ter cometido um erro medonho. A resposta não está nos números, mas na ordem em que aparecem. Assim, o número 1024 não fica:

1 0 1 0 1 0 0

                                           (1) (0)  (2)      (4)

            Lembra que os zeros e uns definem “verdadeiro” e “falso”? Faça a pergunta: O que é verdadeiro (ou falso)? Pode ser a posição... Mas exatamente como? Vamos investigar. O zero é definido por ele mesmo. O um também.  O dois por 2 dígitos. Hum... E o três? Como o quatro é definido por três dígitos, o três deve ser por 2 deles. Como “00” e “01” já estão definidos (computadores fazem contas de matemática, por isso todas as operações e leis – como “zeros” à direita não alterarem o valor do número – têm de ser válidas.) só sobra o “11” (Não existem mais combinações possíveis).  Reparou que conforme o valor do número aumenta o dígito “1” começa a se deslocar para a esquerda e a encher os espaços?  Cada um deles deve ter um valor associado... Mas como associar o valor “zero”. Definindo. Zero é zero! E como atribuir o valor “um”? Fazendo um número ser elevado á zero. Assim:

40 = 1

Ah, o negócio começou a fazer sentido... E o dois? Dois é o resultado de uma multiplicação (2x1). Em termos de potência temos:

21 = 2

E o número três? Dividindo o mesmo em uma soma temos:

3 = 2 + 1 = 2+ 20

No mesmo raciocínio o quatro aparece como:

4 = 22

Isso parece confirmar nossa hipótese de cada posição ter um valor associado. Mas então para quê o “verdadeiro” ou “falso”? Repare:

0 = 0;

1 = 1+ 0;

2 = 2+ 0 + 0;

3 = 21 + 1 + 0;

4 = 22  + 0 + 0;

5 = 4 + 1 = 2 + 11 + 0;

A lógica de “zeros” e “uns” está dizendo “adicione” ou “não adicione”. Assim o número 27 seria expresso por:

27 = 16 + 8 + 2 + 1 = 2+ 23 + 21 + 20 = 11011;

Isto é, “some 16”, “some 8”, “não some 4”, “some 2” e “some 1”. O valor de cada campo é dado pelo número de dígitos, iniciando a contagem pelo zero. Assim, um número binário de 7 dígitos pode gerar como o maior fator de soma o numero 64 (26). E o tal do “1024”. Bom, ele é escrito como:

10000000000

 Alguém ainda não sabe por quê?     Nesta edição o desafio é sobre reciclagem, confira:
           Uma fábrica de copos reciclados consegue fazer um copo novo com nove usados. Quantas unidades podem ser produzidas a partir de 505 copos novos? Retirado da Revista Super Interessante ref: Outubro de 2001

 Respostas na próxima edição.

Erratas

Na edição passada não descobrimos nenhum erro crasso. Mas contamos com você, leitor, para aponta-los sempre que existirem, para que possamos oferecer sempre o nosso “Sempre Alerta para Servir o Melhor Possível” !  

Equipe de O Cerrado:

Ramo Escoteiro – Carolina Torres. Ramo Sênior – Paula Barreira. Ramo Pioneiro – Clóvis Henrique e Danilo Pires. Colaboradores – Jefferson Matos, Marcelo Xaud e Thiara Torres.

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